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Critérios e Demandas

Avaliação sobre localização e cobertura das estratégias para controle da malária no PACM

Indicador: Cobertura do território para controle da malária

Cobertura: Altamira, Anapu, Brasil Novo, Pacajá, Senador José Porfírio e Vitória do Xingu

Fontes: Norte Energia, Pareceres da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde sobre o Plano de Ações de Controle da Malária da UHE de Belo Monte, Projeto Básico Ambiental (PBA), Relatórios Consolidados de Andamento do PBA e do Atendimento de Condicionantes (Norte Energia), Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde (SVS/MS), Secretaria Municipal de Saúde de Altamira, Secretaria Municipal de Saúde de Anapu, Secretaria Municipal de Saúde de Brasil Novo, Secretaria Municipal de Saúde de Senador José Porfírio, Secretaria Municipal de Saúde de Vitória do Xingu, Secretaria Municipal de Saúde de Pacajá e 10º Centro Regional de Saúde - Secretaria de Estado da Saúde do Pará

Palavras-chave: articulação institucional, Município de Vitória do Xingu, Município de Senador José Porfírio, Município de Brasil Novo, Município de Anapu, Município de Altamira, Área de Influência Direta (AID) e Administração Pública Local

Situação em setembro de 2015

Em geral, a estruturação advinda com a implementação do PACM na região é avaliada pelos atores contatados como principal causa para a ampliação da cobertura de serviços para o controle da malária, seja pela instalação de estabelecimentos para diagnóstico e tratamento da doença, seja pela disponibilização de veículos de apoio ou pela contratação de agentes de endemias.

A grande extensão do território e a dificuldade de acesso a certas áreas são apontados como desafios para a ampla cobertura da região, além do estado muito ruim de conservação dos veículos disponíveis. Após quase quatro anos operando em condições e terrenos difíceis, os carros, motos e voadeiras fornecidos pela Norte Energia precisam constantemente de manutenção, o que impede que exerçam seu papel de apoio à vigilância em saúde.

Outro desafio identificado decorre da falta de cobertura completa em algumas regiões do Programa Saúde da Família e do Programa Agentes Comunitários de Saúde, situação em que os agentes de endemia são demandados a suprir lacunas de atendimento à população.

A integração da atuação das equipes de vigilância em saúde e da atenção básica em algumas localidades se mostrou fator importante de sucesso, na medida em que possibilitou a otimização de recursos, com melhorias significativas nas rotinas de trabalho e na cobertura do território, além de impactos positivos para diferentes endemias na prevenção, tratamento e vigilância em saúde.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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