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Fluxo de demandas e comunicação de encaminhamentos e informações entre aldeias, subcomitês na Volta Grande do Xingu (VGX), TITB e CVR

Situação em setembro de 2015

Questões relativas ao escopo do CVR foram também objeto de discussão nos comitês e subcomitês de acompanhamento das ações do PBA-CI: o subcomitê da Volta Grande do Xingu (VGX) e o subcomitê da Terra Indígena Trincheira Bacajá (TITB).

Na primeira reunião ordinária do subcomitê VGX, em outubro de 2014, os Juruna manifestam descontentamento com o fato da empresa Leme Engenharia (coordenadora dos programas de monitoramento do PBA),  não comparecer ao CVR, contam que marcaram reunião do CVR na cidade porque a Leme não ia na aldeia e mesmo assim não assistiram à reunião. “Os indígenas estão vendo vários problemas do monitoramento da Leme, tentam discutir esses assuntos e a Leme só enrola.”

Na segunda reunião ordinária do subcomitê VGX, em Junho de 2015, representante da empresa Agrar/Engetec (executora do Programa de Supervisão Ambiental, PSA do PBA-CI) explica que a empresa  não faz monitoramentos, apenas faz levantamento dos questionamentos para levar ao CVR. Orienta a que a discussão se o monitoramento do PBA tem problemas seja discutido no CVR.

Na primeira reunião ordinária do subcomitê da TITB, em outubro de 2014, os Xikrin demonstram angustia e pedem informação sobre o que vai acontecer no Rio Bacajá, solicitam monitoramento do nível da água, caça e pesca na TITB. Os Xikrin demonstram interesse em começar monitoramento participativo com a empresa Verthic, (executora de programas do PO/PBA-CI, entre eles o Programa de Gestão Territorial Indígena, PGTI que contempla o projeto de monitoramentos participativos).